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sábado, 3 de setembro de 2011

Nicolas Sarkozy o novo demônio


o presidente da Venezuela ugo Chávez uma certa vez em  em um discurso na ONU chamou o então presidente dos estados unidos de demônio fazendo um sinal da cruz[coisa de católico] e dizendo que o diabo avia passado ali uma referencia ao sr George w Bush que avia discursado antes dele,disse ainda que avia cheiro de enxofre no ar. e ele não estava sozinho com sua opinião a muitos por ai que sempre acharam que o poder americano éra o grande demonio.e a uma razão em pensar assim, afinal só Hitler matou mais que os americanos.só hitler invadio mais nações que os americanos.Se os povos do Afeganistão, do Iraque ou do Líbano, pudessem, eles diriam a Bush: "Império 'yankee, go home'! Isso é o que diriam os povos do mundo", exclamou Chávez.
 parece que o demonio esta baixando em outro poderoso a America esta a sombra,a America do tio san. [Tio Sam é a personificação nacional dos Estados Unidos da América e um dos símbolos nacionais mais famosos do mundo. O nome Tio Sam foi usado primeiramente durante a Guerra anglo-americana de 1812, mas só foi desenhado em 1852.
Ele é geralmente representado como um senhor de fisionomia séria com cabelos brancos e barbicha. Há fontes que vêem uma semelhança do rosto de Tio Sam com o do presidente Andrew Jackson, outras com o do presidente Abraham Lincoln. O Tio Sam é representado vestido com as cores e elementos da bandeira norte-americana - por exemplo, uma cartola com listras vermelhas e brancas e estrelas brancas num fundo azul, e calças vermelhas e azuis listradas.] a amarica governada por um negro não esta mas matando como matava antes e nem se parece com o tio sam que é branco.o grande demônio agora é um sujeito que atende pelo nome de  Nicolas Sarkozy 

Um dos filhos do governante da Líbia, Muamar Kadafi, disse  que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, precisaria "devolver o dinheiro" que a Líbia supostamente emprestou para que o mandatário francês financiasse sua campanha eleitoral de 2007. Seif Kadafi chamou Sarkozy de "palhaço" e afirmou que os líbios têm "todos os detalhes e estamos prontos para revelar todas as coisas".
"Sarkozy deveria devolver para a Líbia o dinheiro que financiou sua campanha eleitoral", disse Seif Kadafi. A França, junto à Grã-Bretanha, tem liderado os pedidos pela criação de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia. Uma possível intervenção militar também não foi descartada pelos franceses. As forças de Kadafi avançam sobre Benghazi, onde fica a sede do Conselho Nacional da Líbia, que a França reconheceu como governo legítimo do país.
"Nós financiamos a eleição de Sarkozy e temos todos os detalhes e estamos prontos a revelar tudo. A primeira coisa que queremos é que esse palhaço devolva o dinheiro ao povo líbio. Ele nos desapontou. Devolva o nosso dinheiro. Temos todos os detalhes e documentos das operações de transferência de dinheiro e em breve tornaremos tudo público", afirmou o filho do governante. A presidência francesa negou as acusações.
A agência estatal de notícias da Líbia, a Jana, liberou uma nota em que afirma que em breve publicará um "sério segredo" que levará à queda de Sarkozy. Ontem, Muamar Kadafi afirmou que seu "bom amigo" Sarkozy "ficou louco". As informações são da Dow Jones.


e as acusações não param por ai  veja materia  do google noticias  PARIS — Fortalecido por seu êxito internacional na Líbia, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, volta a enfrentar o incômodo caso da herdeira da L'Oréal, Liliane Bettencourt, com o reaparecimento de acusações de financiamento político ilegal e espionagem, documentados no livro recém-lançado, "Sarkozy m'a tuer", de dois jornalistas do Le Monde.

O assunto volta à tona a oito meses das eleições presidenciais, nas quais a esquerda aparece como favorita.
O "caso Bettencourt", que se tornou um escândalo de múltiplas arestas, começou, na realidade, numa briga familiar-judicial entre Liliane Bettencourt, considerada uma das mulheres mais ricas do mundo, e sua filha única, Francoise Meyers-Bettencourt.
Adquiriu, logo, a dimensão de um escândalo político-financeiro, que conjugou suspeitas de favoritismo e de financiamento ilegal que, no final de 2010, derrubaram o ministro francês do Trabalho, Eric Woerth.
Sarkozy, por sua vez, aspira à reeleição presidencial, em 2012.
No livro, a juíza Isabelle Prévost-Desprez acusa o poder de pressionar as testemunhas que teriam visto Sarkozy receber dinheiro em espécie da família Bettencourt, para financiar sua campanha eleitoral, em 2007.
A magistrada, que instruiu o caso até o final de 2010, afirma que a ex-enfermeira de Bettencour "disse a seu escrivão que presenciou o repasse de dinheiro a Sarkozy', mas que não podia confirmar isso no depoimento" à polícia judicial.
Na França, o financiamento das campanhas políticas é regulamentado desde os anos 90. As doações a partidos ou personalidades são possíveis, mas limitadas. Os rumores sobre a entrega de dinheiro em espécie por parte de doadores ricos a políticos são bastante frequentes.
A enfermeira em questão, que entre setembro de 2006 e julho de 2007 trabalhou para Bettencourt, de 88 anos, desmentiu as afirmações da juíza; mas afirmou ter recebido "ameaças de morte" para não depor.
A presidência francesa denunciou acusações "infundadas, mentirosas e escandalosas".
Claro que há enormes interesses políticos e econômicos em torno deste caso.
Liliane Bettencourt é a primeira acionista da L'Oreal, joia da indústria francesa, possuindo a terceira fortuna da França.
Sua filha, de 57 anos, começou a se preocupar com doações, na forma de obras de arte e seguro de vida - de até 1 bilhão de euros - feitas por Liliane a um fotógrafo de celebridades e escritor, Francois Marie Banier, contra quem entrou com uma ação por abuso intencional da fraqueza da mãe.
O litígio acabou sendo solucionado em família, no final de 2010. Mas as investigações em torno do caso fizeram aparecer ligações entre a família Bettencourt e uma parte da classe política.
No dia 12 de julho de 2010, Nicolas Sarkozy já desmentira ter tocado no dinheiro da rica herdeira. "É uma vergonha", disse ele, sobre as acusações.
No entanto, o caso incomodou o poder o bastante para mandar vigiar os telefonemas do jornalista do Le Monde, Gérard Davet, que investigava o caso Bettencourt, e sua fonte, um funcionário de alto escalão do ministério da Justiça.
O ministro do Interior, Claude Guéant admitiu "a localização das comunicações telefônicas, o que, segundo ele, é diferente de grampo"; mas informou que visavam a identificar a fonte, não vigiar o jornalista.
A organização Repórteres sem Fronteiras (RSF) denunciou essas práticas, e Le Monde as qualificou - assim como a oposição socialista - de "assunto de Estado", com o jornal suspeitando "da existência de um +cabinet noir+, uma espécie de gabinete secreto, na cúpula do executivo".
O diário afirma que a juíza Sylvie Zimmerman possui provas de que o Departamento Central de Inteligência Interior (DCRI) pediu as faturas detalhadas dos telefonemas dados pelo jornalista, em julho de 2010.
Nicolas Sarkozy agora quer  tomar o lugar dos americanos e colocar a frança no inferno financiando uma guerra civil na libia uma guerra sangrenta em troca de poder sangue por petróleo, petróleo  de boa qualidade como se as vidas perdidas nessas batalhas falecem  o preço.

em uma democracia quem ganha uma eleição chega ao poder e a uma transição de governo e a oposição reconhece o governo.e todos toma o seu lugar na sociedade e todos lutam pacificamente por um pais melhor.e em uma guerra como essa quem perde fica na oposição com armas na mão pronta para atirar e a paz não chega para ninguém.as forças de kadafi como é chamada pela imprensa,são militares,homens treinados para a guerra para defender o pais para defender os interesse políticos do seu pais e não para atender a terroristas ou rebeldes,como são chamados. a transição de governo na libia,cera feita por forças estrangeira,e não por libios,podera ser reconhecida por autoridades mundiais,mas dificilmente sera aceita por todos os libios.

leia mas estas
Líbia: Documentos secretos revelam forte ligação de Kadhafi ao Reino UnidoImprimire-mail
2011-09-03 13:00:20
Londres, 03 Set (Inforpress) - Documentos secretos revelam o alcance da estreita relação entre Muammar Kadhafi, o Reino Unido e a União Europeia, a ponto das autoridades britânicas terem facilitado ao regime líbio informações sobre os seus opositores.
De acordo com a edição de hoje do jornal britânico The Independent, que diz ter tido acesso a arquivos que mostram que, devido aos chamados voos secretos da CIA, a União Europeia enviou para a Líbia prisioneiros para serem interrogados.

Os documentos também indicam que os serviços de espionagem britânicos M16 entregaram ao ditador líbio informações sobre pessoas que se opunham ao seu regime.

Acrescenta que funcionários britânicos ajudaram a redigir o esboço de um discurso para Kadhafi, quando este decidiu há alguns anos abandonar o apoio a grupos terroristas e passar a colaborar com o ocidente.

Outros documentos revelam ainda que a União Europeia e o Reino Unido atuaram em nome da Líbia nas negociações deste país com a Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA).

Segundo o The Independent, os arquivos foram encontrados em gabinetes privados de Moussa Koussa, o braço direito de Muammar Kadhafi e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, que fugiu para o Reino Unidos quando começou a revolução na Líbia.

Quando chegou ao país, muitos políticos britânicos defenderam que fosse interrogado sobre a responsabilidade do regime líbio nos assassinatos perpetrados no estrangeiro, nomeadamente a agente da polícia britânica Yvonne Fletcher.

Segundo o jornal britânico, Moussa copiou numerosos documentos antes de sair da Líbia.

Inforpress/Lusa
 
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